Weapon (jogo de defesa com tiro em primeira-pessoa)

Você é um soldado que tem de proteger um Black-Hawk caído no deserto do Iraque. Leva após leva, soldados inimigos vêm tentar destruí-lo, e sua missão é proteger o helicóptero caído.

Seu equipamento inicial é uma simples pistola, mas à medida que vai avançando no jogo você vai ganhando dinheiro, com o qual dá pra comprar armas mais potentes, acessórios, e ajuda extra (como um soldado sniper da Força Delta ou apoio aéreo de um A10 Thunderbolt, um verdadeiro canhão aéreo).

O jogo é simples, mas bem feito (mobilidade da arma, recuo, tendência da mira levantar numa rajada prolongada, etc). Aguentei pouco mais de 60 ondas de ataque inimigo. Para jogar, clique na imagem.

Nespresso Ristretto Origin India

Recentemente estava eu num restaurante aqui da cidade (não me lembro qual), tomando um expresso (não me lembro a marca). O que me lembro é de ter pensado: “este café aqui está mais fraco do que meu café mais fraco aguado”!!!

Desde a reabertura da casa em novembro mudamos a marca do café, da italiana Illy para o sistema suíço da Nespresso. Montamos um cardápio de 4 blends, ou como eles chamam, Grand Crus Nespresso: Lungo Decaffeinato (2), Espresso Leggero (6), Espresso Forte (7) e Ristretto (9).

Os números grafados em seguida ao nome indicam a intensidade de aroma, sendo que nessa escala, por exemplo, um café de intensidade 4 não tem necessariamente o dobro de potência de outro de intensidade 2.

Pois a novidade mundial para este início de ano é que, aos 7 Grand Crus profissionais já existentes, agora se junta um novo blend, pela primeira vez integralmente composto por grãos de origem de um único país  – o Ristretto Origin India.

A mistura do Arábica indiano (85%) com um toque de Robusta (15%) do sul da Índia produz um café muito encorpado, com impressionante intensidade 10. Gustativamente, ele reflete as árvores que abrigam os cafezais, com notas de noz moscada e pimenta.

Esta novidade, lançamento mundial da Nespresso, você encontra em primeira mão aqui no Babel. A previsão de chegada é para a semana que vem.

Convite de aniversário feito em casa (com cartunizador)

Auto-confiança é uma coisa perigosa. Sempre acho que sou capaz de fazer as coisas por conta própria, com resultado tão bom ou melhor que o prestado por profissionais especializados.

Uma das searas em que me meto é a criação de material gráfico. O curioso é olhar para trás, para peças que eu mesmo produzi, e anos depois constatar o quanto estavam aquém das possibilidades.

Produzi a peça acima: o convite de aniversário de nossa “chef-pâtissier” Sabrina, que era também a capa de um CD com a historinha da Chapeuzinho Vermelho. Isso foi há meio ano atrás, e o serviço foi até elogiado.

Agora chegou a hora de preparar o convite de nosso “sous-chef” Nicholas, e acredito que consegui me superar. O tema é Naruto.

1ª etapa - Tirar a foto do guri fantasiado de Naruto e numa pose bem estilosa.

2ª etapa - Isolar o objeto principal do fundo.

3ª etapa - Utilizando um software cartunizador (eu escolhi o befunky, que disponibiliza até 147 possibilidades de efeitos gráficos)...

... transformar o garoto num desenho!

4ª etapa - Aí é só escolher um papel-de-parede com tema Naruto para o fundo...

... arranjar uma bandeira da Vila da Folha (lar de Naruto)...

... e incluir um carimbo com o nome de Nicholas em chinês.

E o resultado… VOILÁ!!!

E pensar que o mais difícil foi pesquisar e aprender sobre o desenho: como funciona a história de Naruto Shippuuden, que o sobrenome do protagonista é Uzumaki,  o que é o símbolo da plaqueta que traz à fronte (Vila da Folha), o que é jutsus (técnicas secretas ninja), etc. Tão mais fácil na época do Tom & Jerry…

Aerador de vinhos jovens

Na etiqueta ela se auto-denomina decanter (e até que o formato do artesanalmente feito à mão VinoMagic lembra uma jarra decantadora), mas na verdade sua função é de aerar a bebida.

Acoplada ao topo da garrafa, ela exerce espetacularmente a função de corta-gotas, além de causar um turbilhonamento da bebida que está sendo vertida, promovendo sua aeração.

Em Brasília, à venda na Adega do Vinho (no SIA, no comércio anexo ao posto Shell da entrada do CEASA) por R$ 59.

O chef, convidado para um jantar executado pelo pupilo

Antes do Babel existir eu já cozinhava regularmente em casa, fazendo dos amigos cobaias de cozinha. O serviço era caprichado: recebia os amigos com belisquetes (tal qual um couvert), seguíamos de entrada, prato principal e sobremesa, sempre à francesa.

A harmonização era sempre com vinho, àquela época rótulos mais simples que os habituais de hoje em dia, mas igualmente agradáveis (visto a menor experiência e exigência enológica de então).

Nossa boa-intenção se estendia até mesmo às etapas pós-pratos salgados, incluindo licores, Portos e (pasmem!) até mesmo vinhos de sobremesa (uma raridade, 8 anos atrás).

Isso criou um efeito colateral inesperado: minguaram os convites dos amigos às suas casas, preocupados que estavam em ter de replicar essa hospitalidade.

Mais à frente, com a inauguração do Babel, o cenário piorou ainda mais e aconteceu uma coisa que praticamente todos os chefs passam: os amigos com medo de ter de cozinhar para  um profissional de cozinha!

Sempre argumentei “a comida não tem que ser sofisticada para ser gostosa”, “comida boa é aquela feita com carinho e dedicação” ou que “nós não vamos à casa dos amigos pela comida, e sim pelos amigos”! Tudo em vão.

Luís Conrado (à frente, de dólman) e Gustavo Shimoda.

Após vários anos de relutância e adiamentos, um de meus mais fiéis pupilos culinários – Luís Conrado, me convidou para um jantar em sua casa no final de janeiro.

O outro convidado (além das “respectivas”) era Gustavo Shimoda (vulgo Sumô), todos os três contemporâneos de Engenharia Mecânica na UnB. Aliás, Gustavo também foi um dos alunos de primeira hora dos cursos culinários do Babel, e certa vez convidou os amigos para jantar em sua casa.

Como ele já havia cursado 3~4 aulas de cozinha, esperava-se que Gustavo pilotasse as panelas, mas ele vergonhosamente fugiu à responsabilidade e delegou a função à esposa. Esta alfinetada vinha sendo maquiavelicamente engendrada há anos.

Cestinha de massa harumaki, cogumelos salteados com nirá e cobertura de gema de ovo mollet.

Conrado não se fez de rogado e caprichou. Recebeu-nos de dólman à porta e mesa posta com taças profissionais alemãs.

Bom pupilo que é, executou serenamente uma seqüência de 3 etapas acompanhadas de espumante e vinho tinto. Vale observar que Gustavo deu um passo rumo à redenção, ao assumir o papel de assistente na execução do jantar.

Sorvete com farofinha crocante de Neston.

Saldo da noite: 3~4 garrafas de vinho tomadas, amigos reunidos, e muita conversa agradável. A comida nem precisava estar boa… mas estava!!!

Quer aprender a tocar 36 músicas pop de sucesso? É só aprender 4 acordes!

Aparentemente, para se compor uma música de sucesso não são necessários mais do que 4 acordes musicais. O Axis of Awesome é a sensação australiana no quesito comédia musical.

Jordan Raskopoulos, Lee Naimo e Benny Davis descobriram que muitas músicas famosas podem ser reproduzidas (com as devidas alterações de tom) pela mesmíssima seqüência de acordes G – C – F – A.

Para provar isso, gravaram um clip que abre com o famoso teclado da música “Don’t stop believing”, do Journey, e emendam outras 35 músicas na mesmas seqüência. Confira!

Tal abordagem também pode ser aplicada à musicalidade tupiniquim. O Scriptease.TV fez o mesmo com 31 músicas nacionais, com uma pequena alteração na seqüência de acordes: C – G – Am – F.

Encontrei o tópico no Jacaré Banguela, e adorei tanto um quanto o outro vídeo. Gostou? Comente!!!

Um pingüim como decoração de prato

Que tal? Um palito de dente, uma azeitona preta pequena, outra grande, uma rodela de picles de cenoura e, para a barriga, picles de nabo ou mussarela de búfala!

Oat chicken fingers, prato de nosso menu no BsBRW

É quase nula a probabilidade de eu ir a um restaurante e pedir um prato de frango. Não é que eu não goste dessa carne, pelo contrário, adoro, especialmente se for frito ou assado. Tanto é que recentemente até dei dicas para fazer o “frango assado perfeito” (reveja aqui).

Pois não é que, no nosso atual menu pro Restaurant Week, meu prato favorito é exatamente de frango?! Isso mesmo, melhor que as duas receitas de filé e até mesmo que o risoto thai de camarão! Segue a receita para vocês executarem em casa… ou se inspirarem e virem degustar no Babel (até o dia 6 de fevereiro, somente no almoço)!

- Oat chicken fingers -

filé de frango empanado na aveia com mousseline de batata e molho barbecue

INGREDIENTES (1 porção)

2 filezinhos de frango; 1 c.s. de farinha de trigo; 1 ovo batido; 2 c.s. de aveia em grãos inteiros; 1 batata grande descascada, cozida e amassada; 100 ml de creme de leite; 1 c.s. de molho barbecue; sal, pimenta e noz moscada a gosto

MODO DE PREPARO

Leve ao fogo a batata amassada e o creme de leite. Tempere com sal e noz moscada a gosto. Passe no mixer ou processador. Reserve

Tempere o frango com sal e pimenta a gosto. Passe pela farinha, depois pelo ovo, e então pela aveia. Frite por imersão até a aveia dourar. Sirva montada sobre a mousseline e adornada com uma pimenta de sua preferência.

A louça está derretendo? Ou fui eu que bebi?

Muito bacanas essas louças, mas… bem… coitado de quem tiver de lavá-las!!! Cortesia de Marcelo Katsuki, direto do Madri Fúsion 2010.

Morango, um presente do coração

Depois das melancias quadradas e das pêras em forma de Buddha (reveja aqui), a novidade são as seduberry (em inglês, algo como “morangos da sedução).

O empresário e engenheiro australiano Josh Engwerda utilizou a mesma técnica de suas predecessoras: um molde plástico que envolve a fruta em desenvolvimento, determinando seu formato e protegendo a fruta de praga, tudo isso sem impedir a ventilação (6 furos mínimos garantem a aeração).

O produto está programado para ser lançado comercialmente no mercado australiano em fevereiro, quando acontece o Valentine’s Day, e não está descartada a possibilidade desse produto chegar também à América do Sul. Para ler a reportagem original na íntegra clique aqui.