Inconfundível: palmeiras, muito neon e prédios em estilo Art-Deco.

Cheguei de Miami semana passada e, no caso de uma cidade tão visitada/frequentada pelos brasileiros, não acredito que eu tenha realmente algo novo a ensinar sobre a cidade. Mesmo assim, este post é o primeiro de uma série com algumas dicas e minhas impressões por lá. Quem sabe isso é útil para alguém?

- A Língua -

Caldeirão de nacionalidades no cozinha de um navio.

Cozinha de um navio de cruzeiro, teu nome é Torre de Babel. É tamanha a riqueza de nacionalidades nesse ambiente de trabalho que a comunicação falada deixa de ser feita numa única língua. Acaba-se falando uma mistura de espanhol, inglês, italiano, português (em cruzeiros pela costa brasileira) e entremeada de termos filipinos.

Descobri outro lugar onde isso acontece: MIAMI. No balcão de qualquer loja você se comunica em inglês, mas assim que o atendente vira as costas para falar com o colega, isso é feito em espanhol. Isso acontece mesmo que ele tenha branquelíssimos traços caucasianos, e você ainda tem a impressão que a língua hispânica lhe é muito mais natural do que a anglicana.

Inglês, espanhol, português, italianos e outras tantas línguas menos familiares aos nossos ouvidos são encontrados em profusão. O problema é que acabamos misturando-as e falando num novo idioma inexistente. Teria nascido assim o esperanto?!

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