Conteúdo extraído do blog Cozinheiro Viajante.

Pouco antes de partir pra minha temporada fora terminei a reforma do meu apartamento novo. Durmi apenas DUAS noites nessa nova residência e zarpei pra Europa. Agora, terminadas as andanças, é que finalmente me sinto fazendo a mudança: abrindo malas, caixas, pacotes e organizando as quinquilharias.

Como dizem, a diferença entre uma criança e um adulto é o preço dos brinquedos. Todo cozinheiro adora comprar cacarecos de kitchenware, ainda mais quando viaja. Juntando os novos e antigos, resolvi aproveitar o período para fazer um inventário de meus brinquedinhos:

Costumava falar brincando que toda vez que voltava de São Paulo trazia um maçarico novo na mala. Realmente, descobri uma mente perturbada que tem 7 (SEEEEETE!) modelos de sistema e tamanho diferentes, além de um defumador portátil (o cinza com duas chaminés). Acho que tá na hora de parar... pelo menos de comprar maçaricos.

Casa nova, cutelaria nova: joguei fora as facas velhas e as substituí por outras ganhadas ao longo de vários festivais gastronômicos. Mesmo assim meu arsenal pessoal continua com 15 peças. As favoritas são um cutelo chinês (a de baixo, mais brilhante, com cabo de madeira, para corte rápido), a faca espanhola (modelo universal de chef, a mais brilhante da foto), e outra presenteada por minha mãe (a pequena, cabo de madeira, chinesa, última embaixo à direita). Você sabe para que serve cada uma das facas da foto?

Amoladores (de baixo para cima): a pequena veio com uma faca artesanal Burza (do

Medidores muito úteis: termômetros, um timer COM ALARME, e uma balança de precisão (muitas vezes indispensável em confeitaria e ingredientes de cozinha - com o perdão da palavra, molecular).

Vai trabalhar com um

Peladores, descascadores, raladores, microplanes e utensílios de garde-manger.

Pinças (inclusive um grande hashi de bambu, afinal, esse não é o pai-das-pinças?!), espátulas, pegadores e fouets.

E este é meu kit de viagens, já mostrado anteriormente, com a seleção de utensílios que carrego pra cima e pra baixo.

Desculpem tê-los exposto a isso. Confesso que me senti igual a meu filho, um moleque ainda a completar 7 anos, que quando tá brincando sozinho enfileira seus bonequinhos, carrinhos e naves espaciais no chão. Só mudaram os brinquedos.