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Semana passada tivemos em Brasília aquela maratona de vinhos do Douro e do Porto (reveja aqui). No jantar/degustação que aconteceu no restaurante Alice chamei alguns amigos/companheiros de mesa para um repeteco no Babel.

Tive a quebra de uma convidada por motivos pessoais, bem como  a presença-surpresa de um convidado ilustre, um famoso chef-restauranteur da cidade – Francisco Ansiliero, que convidei por ocasião de um almoço da semana passada (relatado  aqui).

Enfim, estavam à mesa Juan Corbalán (da Gastrô Comunicação), Rônia Alves (do site Querocomer) e Dom Francisco (papa das carnes, azeites e vinhos de Brasília).

Começamos a noite com o couvertzinho da casa regado a espumante argentino Nocturno Rosé Brut, da Grand Cru.

Divina Tapioca: tijolinho de tapioca com queijo-de-coalho hidratado no leite, frito e servido com emulsão de pimenta biquinho.

Servi de amuse-bouche a Divina Tapioca, que está como opção em nosso menu do Restaurant Week para a edição do inverno brasiliense (veja o cardápio na íntegra aqui).

Água-Viva do Paranoá: ravióli de guiozá com recheio de couve-flor e gorgonzola com gema mollet de codorna sobre gaspacho (gelado) de pêra.

Em seguida preparei como entrada a Água-Viva do Paranoá (Paranoá é o lago artificial que margeia Brasília).

Camarão à Catedral: tempurá de camarões em farinha panko, servido sobre disco de batata rösti e molho thai levemente picante.

Como primeiro prato servi uma porção petit do atual prato da Boa Lembrança, o Camarão à Catedral. Como brincadeira, devido à redução de tamanho (para adequar a um jantar de várias etapas), batizamos a versão da noite de Camarão à Igrejinha (Igrejinha é uma diminuta igreja/capela de Brasília, também projeto de Oscar Niemeyer). Aproveitamos e mudamos o vinho para o Aragonite, um Pinot Noir francês.

Sertão Chic: mignon de sal (curado em sal grosso e marinado em leite) com emulsão de pimenta biquinho, queijo-de-coalho grelhado e mousseline de jerimun.

Para o segundo prato fiz (também numa versão petit) o Sertão Chic.

Tarte tatin à la casserole: lâminas de maçã grelhadas, flambadas no conhaque, firmadas em crepe, cobertas com um brullé de açúcar e servidas com sorvete de creme.

De sobremesa servi a Tarte tatin à la casserole acompanhada de cerveja Colorado Demoiselle (tipo Porter acrescida de café), seguida de vinho do Porto Graham’s Fine Ruby e café Nespresso.

Não levei câmera, de modo que as fotos do post são de arquivo. Quem sabe um dos convidados não publica em breve algo em seus respectivos sites/blogs?

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