O tempo passa, a tecnologia evolui, barateia, e muda os hábitos. Hoje em dia não há criança que, após ser fotografada, não diga: “deixa eu ver?”. Na nossa infância os clicks fotográficos eram algo regulado e etéreo. Não se tiravam fotos a esmo pois havia o alto custo da película, o alto custo da revelação e, uma vez tirada a fotografia, praticamente nos desligávamos dela, pois a revelação poderia demorar, sem contar o risco da foto ter simplesmente ficado imprestável (embaçada ou queimada).

Não só a revelação, mas as próprias câmeras e os cursos de fotografia proliferaram e baratearam. Hoje em dia metade da população tira fotos amadoristicamente, enquanto a outra metade fez curso, habilitando-se a realizar serviços QUASE profissionais.

Ressaltei o QUASE pois os cursos pouco ensinam sobre melhores ângulos, tomadas especiais, e “tiradas de gênio”. O que se vê com grande freqüência são fotógrafos que disparam suas câmeras tal qual metralhadoras, sem a preocupação do custo, contando com a simples estatística de que, no meio de um milhão de clicks, uma das poses há de ter ficado muito boa.

Estou no meio da seleção das fotos da festa de aniversário do Nicholas, acontecida em fevereiro. Recebi 2 CD’s com algo em torno de 1200 fotos totalizando quase 10 Gb, das quais eu devo selecionar apenas 100. Haja boa vontade em garimpar!

Em tempo, mesmo dado o devido desconto na corujice deste blogueiro-cozinheiro que vos escreve, meus guris são lindos, não são?!

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