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Este post está longe de querer ser um tratado sobre o tema. Estou simplesmente mostrando o que é possível conseguir aqui na praça de Brasília.

Na primeira vez que fui ao Festival Gastronômico de Pernambuco sofri para conseguir ervas frescas de qualidade. Pelo visto o cenário melhorou muuuito, em parte por causa dos empreendimentos de um colega da Boa Lembrança – o Zé Maria, de Fernando de Noronha, que tem uma fazenda três fazendas de hidroponia (em Noronha-PE, Paratibe-PE e Pedra de Fogo-PB, correção feita pelo próprio Zé Maria). Dentre outros produtos, pimentas variadas e flores comestíveis têm se tornado mais freqüentes nas gôndolas recifenses.

Com o convite para fazer uma das edições do Recife DÁgosto (reveja aqui) tive uma idéia: encomendar de minha fornecedora (a própria produtora) a maior variedade possível de flores comestíveis para apresentar por lá. Veja o que já está separado na bagagem:

CAPUCHINHA (faltou a vermelha, mas consegui a bege, a laranja e a amarela): as pioneiras a aparecerem no mercado.

FLOR DE ENDRO: lembra a planta papiro e tem o aroma característico do endro-dill atenuado.

BRINCO DE PRINCESA: linda e de boa resistência.

BRINCO DE PRINCESA BRANCO e MISTO: um pouco maiores e menos duradouros que a tradicional.

BORAGO: pequinina, sabor que lembra pepino cru, e cor azul (um tom raro na natureza). Uma das sugestões é fazer cubinhos de gelo com essa flor dentro para decorar drinks.

CALÊNDULA: pode ser usada inteira ou em pétalas na decoração. Suas pétalas também podem ser usadas no cozimento do arroz, que pega a coloração.

AMOR-PERFEITO: lindíssima, existente também em outros tons, e a mais frágil de todas. Provavelmente não durará até o dia do meu jantar em Recife.

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