Semana passada, nas compras finais para meu jantar do Recife DÁgosto, estávamos rodando a praça recifense atrás de tomilho fresco. Olhamos em gôndolas, prateleiras e refrigeradores de diversos mercados e verdurões e NAAADA! Num momento de inspiração olhamos no setor de mudas e jardinagem, e aí encontramos um vaso com um belíssimo tufo de tomilho verdejante.

No meio dessa romaria encontrei o produto abaixo:

ACHACHARU: alguém conhece? Como usa? Qual sabor? Hein, hein, hein?!

Acredito que seja um produto regional pernambucano ou nordestino, mas (convenhamos), de preço um tanto quanto “puxado”. Me lembra o caso da castanha de barú, que até pouco tempo atrás, ainda sem mercado, era considerada refugo, lixo ou dado (tudo, com castanha e fruto) de ração para as vacas. Uma vez “descoberta”, atingiu preços estratosféricos, custando atualmente mais do que amêndoa, nozes, avelã ou macadâmia. Um absurdo!

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