Três anos atrás, quando estive em Arraial (D’Ajuda), talvez por culpa da severa recessão eram raros os hermanos. Agora minha pousada e tudo mais está coalhado deles.
Já fomos atendidos por um garçon uruguaio, mas o de ontem era um paulista recém-chegado da Inglaterra. Ele cogitou que nas férias BH fosse um deserto urbano, já que até o Réveillon todos os grupos se identificavam como vindos de lá.
Se em Pernambuco os europeus são principalmente portugueses, aqui dentre os gringos (turistas, aclimatados ou enraizados) predominam os italianos. As moças italianas são até identificáveis, com um padrão estético distinto e traços como se fossem todos aparentados.
Este fds chega um casal de amigos de Brasília – os Postigas, com filhos da mesma idade dos meus. Achei que seriam os únicos conhecidos… até ontem.
Entramos numa kombi que faz o transporte público e eis que, duas paradas depois, embarcam outro casal de amigos de Brasília – Guilherme Holfs e Daniela, com seus dois filhos.
Certa vez eu estava numa viagem de 4 casais por EUA/Canadá quando, dentro de um mercado nos subúrbios de Chicago, ouvimos outras pessoas falando em português. Veja a coincidência: e não eram amigos de parte do grupo?!
Pois também ontem, vagando pela “rua das pedras” local (a Estrada de Mucugê), ainda me culpando por estar ausente ao Babel em época de Brasília Restaurant Week, eis que vejo de relance alguém familiar.
Chegando mais perto pra conferir- surpresa!, não é que era mesmo meu colega Dudu Camargo (dono de umas 6~8 operações dentre restaurantes, hamburguerias e pizzarias?!
Encontros sem combinar, de surpresa, são bem legais… especialmente quando ajudam a minimizar a culpa… ou, ao menos, tem alguém para compartilhá-la!!!

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