Fica como sugestão para que vocês façam algo parecido no ano que vem. Já tínhamos feito algo parecido na família, mas esta foi a primeira vez que moldamos como uma “caça ao tesouro”, com pistas que sucessivamente levavam umas às outras. Vejam só como foi o do Nicholas (6 anos):

Já ao levantar, pela manhã, o guri encontrou a primeira pista grudada no espelho do banheiro (Eunice é nossa secretária-do-lar).

Preparados psicologicamente para a brincadeira, as crianças acordaram no domingo às 6:30hs!!! O dia mais cedo do ano inteiro. Putz!

Não subestime suas crianças: não deixe as pistas escancaradas à vista. Faça-as procurar um pouco.

Confeccione as pistas a mão: é um exercício pra si mesmo.

As crianças correm excitadas pela casa toda.

E a derradeira pista, próxima ao esconderijo.

Eu era o filho mais novo, sempre ouvindo que meu irmão mais velho era mais inteligente, coisa e tal. Deve ser natural agir dessa forma, já que o primogênito realmente já tem alguns anos à frente em aprendizado. Quase deixei de fazer a brincadeira para Sabrina (3 anos), só porque ela ainda não sabe ler, mas…

Olha, Sabinoca, o seu tá lá no telefone!

A próxima tá lá no fogão! E ela mesma acrescentou: "tá lá dentro!".

Vai lá, Xaropinha (como eu carinhosamente a chamo), tá no teclado da A-má (vovó, em chinês).

Por último, um boneco/decoração do Papai Noel que colocamos no Natal e ainda não foi pro armário.

O resultado é espetacular. A casa se enche de uma energia vibrante, com grande excitação a cada pista descoberta. Digo até que dá pra notar uma certa frustração quando encontram o ovo de Páscoa propriamente dito, pois isso sinaliza o final da brincadeira! Ok, ano que vem tem mais.

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