No início desta semana consegui finalmente conhecer o Bar da Dona Onça, localizado no piso térreo do famoso edifício Copan. Apesar do nome, o serviço está mais para um restaurante.

À esquerda está a fachada, atualmente com um toldo. À direita, os proprietários Janaína e Jefferson Rueda (ex-Pomodori). A veia italiana é visível nos pratos/receitas do cardápio.(Fotos tiradas da internet.)

Curiosamente, logo em seguida chegou mais um brasiliense que eu não conhecia – André Castro, chef do D’olivino (Haddock Lobo/SP). Na verdade ele só adentrou no setor após deixar a capital federal, debutando no mercado soteropolitano.

Nossa escalação, portanto, teve à mesa este blogueiro que vos escreve, Guga Rocha (Homens Gourmet/Bem Simples), André, Eudes Assis (rest. Seu Sebastião/SP) e Paula Labaki (catering Lena Labaki/SP).

O forro e o enxoval de mesa (potinhos, tijelinhas) são simpaticíssimos, e sempre se tem à mão pelo menos três variedades de molhos de pimenta brasileiros, inclusive meu predileto - a MENDEZ.

A casa é famosa pela boa cozinha, e pode-se optar por simplesmente beliscar ou jantar efetivamente. Preferimos cada um pedir uma entrada e transformar tudo em tapas comunitários. Quase sempre os pães acabavam antes dos molhos. (O que isso lhe diz?!)

Todos satisfeitos, ninguém fazia questão da sobremesa, mas… glutonice é um mal onipresente na profissão dos cozinheiros. E tome mini-churros! (Foto tirada da internet… e removida por solicitação do autor. Paciência.)

Odeio quando ao final, num bar, não há disponibilidade de café. Ok, eu já disse que o Dona Onça não é exatamente um bar, mesmo assim a felicidade foi imensa ao chegar o expresso, escoltado por um cajuzinho, bala de doce de leite, e shot de leite-de-onça.

Como diria Anton Ego (crítico do Ratatouille), eu voltarei em breve, faminto por mais!

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