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A ocasião era um aniversário, jantar precedido por coquetel volante.

Começamos de leve: tomatinhos com gorgonzola e gergelin moído servidos em barquete de palha (que alguns convidados desavisados chegaram a morder!).

Um passinho à frente, faz favor: torradinhas com tartare de atum e massagô.

Sempre tive pudores em fazer deep-fry com produtos tidos como mais nobres. Deixei isso de lado quando vi o Mugaritz/ESP fritando cubos de salmão como canapés para um casamento. Aqui foi servido com um molho teriyaki de gengibre.

Dadinhos de tapioca (sim, bem ao estilo Mocotó/SP) com geléia de pimenta.

Terrine de foie-gras com cachaça, ao brullé de açúcar mascavo, flor-de-sal, e saladinha de folhas jovens.

Escalopinhos de filé mignon ao molho trufado de shimeji branco e batata anna.

Para a sobremesa, variações de maçã, como essa manzanilla (maçã torneada até o tamanho de uma ameixa, e depois cozida em vinho)…

… que foi servida junto com um purê de maçã ao cravo, e um gateau de maçã com canela.

Na falta de um bolo de aniversário, a cozinha improvisa um: brownie de chocolate (destinado aos petit-fours) com merengue italiano, caramelo de framboesa, e mini-rosa.

Acompanhando tudo isso, espumante nacional Maria Valduga, vinho italiano Sassoaloro (da Biondi Santi) e o sul-africano The Chocolate Block. Santé!