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E começamos o ano (sim, mais uma vez confirmando a máxima de que o trabalho, no Brasil, só retoma APÓS o Carnaval) voltando a Recife para mais uma edição do Jantar Itinerante. Dessa vez, ao invés de uma noite de jantar, foram DUAS. E ao invés de um cardápio solo, sempre trabalhando com menus a 4-mãos.

Os jantares aconteceram novamente no restaurante QUINA DO FUTURO, e na primeira noite dividi as panelas com ANDRÉ SABURÓ.

Os jantares aconteceram novamente no restaurante QUINA DO FUTURO, e na primeira noite dividi as panelas com ANDRÉ SABURÓ.

No preparo dos chips de arroz adicionei beteraba ao cozimento, na esperança de deixar o produto final levemente rosado. Ao fritar, os chips inflam e o tom rosáceo simplesmente some.

No preparo dos chips de arroz adicionei beteraba ao cozimento, na esperança de deixar o produto final levemente rosado. Ao fritar, os chips inflam e o tom rosáceo simplesmente some.

AMUSE-BOUCHE:  tataki de atum (ficou esverdeado porque foi picado com cebolinha e mostarda de dijon), chips crocantes de arroz, e "pérolas" de jerimun.

AMUSE-BOUCHE, por WCY: tataki de atum (ficou esverdeado porque foi picado com cebolinha e mostarda de dijon), chips crocantes de arroz, e “pérolas” de jerimun.

ENTRADA, por Saburó, "Trio de Sushis Contemporâneos": cavala wahoo defumada com shimeji trufado; sirigado maçaricado com ovas e cebolinha marinada; kabayaki (enguia japonesa em teriyaki).

ENTRADA, por Saburó, “Trio de Sushis Contemporâneos”: cavala wahoo defumada com shimeji trufado; sirigado maçaricado com ovas e cebolinha marinada; kabayaki (enguia japonesa em teriyaki).

PRIMEIRO PRATO, por WCY: salmão unilateral com sauce bearnaise de missô e espuma de camarão. Utilizando a parte verde duma acelga, fiz um sauté que serviu de cama para o peixe. Com a parte branca da  mesma acelga fiz um dublê de sunomono, servida num montinho ao topo do prato.

PRIMEIRO PRATO, por WCY: salmão unilateral com sauce bearnaise de missô e espuma de camarão. Utilizando a parte verde duma acelga, fiz um sauté que serviu de cama para o peixe. Com a parte branca da mesma acelga fiz um dublê picante de sunomono, servida num montinho ao topo do prato.

Empenhenhados que estávamos nos trabalhos, acabamos deixando passar (sem fotos) as duas etapas seguintes, ambas de Saburó. O SEGUNDO PRATO foi de vieiras grelhadas com um creme da marinada, tempurás de quiabo e de aspargos. A PRÉ-SOBREMESA foi um mini-cheesecake de araçá, uma minúscula prima sertaneja da goiaba, de acidez proeminente.

Para minha sobremesa fiz um pão-de-ló básico. Após muuuitos anos sem fazer, o temor da receita dar errado enorme e (felizmente) infundado. Fiz também um caramelo de côco: 4 litros de água de côco reduzidos a essa garrafinha em minha mão (na foto à direita).

Para minha sobremesa fiz um pão-de-ló básico. Após muuuitos anos sem fazer, o temor da receita dar errado enorme e (felizmente) infundado. Fiz também um caramelo de côco: 4 litros de água de côco reduzidos a essa garrafinha em minha mão (na foto à direita).

Minha versão de uma SOBREMESA bastante encontrada na América espanhola: pastel tres leches com merengue, cristais de maçã verde (impregnados com calda de cravo e canela), e caramelo de côco.

Minha versão de uma SOBREMESA bastante encontrada na América espanhola: pastel tres leches com merengue, cristais de maçã verde (impregnados com calda de cravo e canela), e caramelo de côco.

No final, a recompensa da equipe: Joca Pontes, Ivo Galvão, André Saburó e eu.

No final, o brinde da equipe: Joca Pontes, Ivo Galvão, André Saburó e eu. Bruno Catão também integrou a equipe mas, regradinho que é, saiu mais cedo para dormir e levantar cedo pra correr.