Conheci Rivandro França tempos atrás, quando andava no tira-colo de Wanderson Medeiros. Naquela época era conhecido por seus bombons de sabores nordestinos: macaxeira, maracujá, jaca, cajá, etc. Isso, no entanto, era apenas um complemento de renda, já que o trabalho principal era como taifeiro do Exército Brasileiro.

De trato afável, simpático e extremamente humilde, Rivandro passou a circular e interagir com outros profissionais de cozinha. O resultado dessa interação pode ser visto em seu restaurante – o Cozinhando Escondidinho, montado em Casa Amarela, um bairro de Recife.

O reconhecimento veio há meio ano, premiado com o título de “Chef-Revelação de 2013” no Guia 4 Rodas Brasil. Mês passado finalmente pude conferir in loco.

Combinei o almoço

Combinei o almoço de domingo com um amigo, depois outro, e mais outro. Acabamos com uma grande mesa reservada na varanda dos fundos, um bem ventilado paraíso na sempre quente Héllcife. Comecei com uma Mocofava, nítida influência e homenagem ao período que passou com Rodrigo Oliveira (Mocotó/SP).

Táuba de Salvação

Táuba de Salvação (sim, escrito assim mesmo): queijo-de-coalho, macaxeira, calabreza, castanha-de-caju, charque.

Dentre as novidades, a maior de todas foi finalmente ter experimentado fruta-pão, feita em milanesa de panko, acompanhando uma rabada.

Dentre as novidades, a maior de todas foi finalmente ter experimentado fruta-pão, feita em milanesa de panko, acompanhando uma rabada.

Foi uma tarde inteira de comilança, mas sempre existe espaço no segundo estômago: bolo-de-rolo com sorvete e calda de chocolate.

Foi uma tarde inteira de comilança, mas sempre existe espaço no segundo estômago: bolo-de-rolo com sorvete e calda de chocolate…

...

… e cocada de colher colocada no meio da mesa para dividir.

Fim de

No final, o registro: Katharina e André Saburó, Joca Pontes, o chef, Claudemir Barros, este dublê de blogueiro, Sofia Mota, e tio Duca Lapenda.

Pós-sobremesa? Ar condicionado e cama, com certeza!!!